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19 Alimentos com Melatonina Que Vão te Livrar do Estresse

Você anda tendo cansaço diurno, tendo crises de irritabilidade, sofrendo de insônia e se isolando socialmente? Pode ser que os níveis de melatonina no seu corpo estejam baixos.

Esse hormônio natural do nosso organismo é produzido quando vamos para a cama e a sua estimulação acontece no escuro. Quando o teor de melatonina está como esperado, é possível observar uma melhora no nosso sistema imunológico além de, claro, embarcar em um sono dos anjos. Na verdade, os benefícios da melatonina são inúmeros e vão muito além de uma simples noite bem dormida.

Há dois caminhos se você está suspeitando de carência desse hormônio no organismo: suplementação de melatonina e alimentação que influencia a sua fabricação. Mas antes de seguir uma dessas alternativas, faça antes um teste em casa seguindo essas dicas abaixo:

  • Coloque cortinas com blackout no quarto para evitar a entrada de luz natural e artificial enquanto você dorme.
  • Evite refeições pesadas à noite, comidas açucaradas e especialmente cafeína.
  • A luz azul emitida pela tela de aparelhos eletrônicos bloqueia a produção de melatonina. Experimente não assistir televisão logo antes de dormir e não mexer no celular (essa vai ser difícil, mas tente pelo menos por 1 semana para ver se você nota alguma diferença).
  • Pratique exercícios físicos durante o dia, de preferência pela manhã.

 

Em conjunto com as sugestões acima, ataque as comidas da lista abaixo. Algumas delas contêm melatonina em sua composição natural e outras contêm triptofano – um aminoácido que induz a produção de serotonina, substância essencial para a produção de melatonina.

  1. Cereja Morello
  2. Laticínios provenientes de animais alimentados somente no pasto
  3. Arroz (especialmente o arroz preto, vermelho e integral)
  4. Nozes
  5. Gengibre
  6. Grãos germinados
  7. Vinho tinto
  8. Peixe
  9. Tomate
  10. Frango
  11. Peru
  12. Feijão
  13. Legumes secos
  14. Banana
  15. Ovos
  16. Semente de girassol
  17. Rabanete
  18. Cevada
  19. Semente de gergelim

A História da Melatonina

A melatonina é um hormônio produzido naturalmente por nós. No entanto, circunstâncias como visão debilitada, viagens que atravessam vários fusos horários gerando jet lag e trabalho durante a noite podem comprometer a fabricação normal de melatonina. Assistir televisão antes de dormir, mexer no celular ou abusar de bebidas alcoólicas, bebidas cafeinadas e tabaco também são fatores que podem perturbar os níveis de melatonina no nosso corpo. Se identificou?

As interrupções de produção de melatonina se dão devido ao fato desse hormônio atingir o seu auge durante a noite. A interação com a luz natural do dia faz com que os níveis de melatonina cessem e diminuam drasticamente quando comparado ao seu desempenho na escuridão. Desta forma, o contato com luz artificial durante a noite faz com que esse hormonio não seja liberado adequadamente, podendo nos deixar com sensação de cansaço que nunca vai embora e dificuldade de cair no sono, aumentando a irritabilidade e estresse. Por outro lado, quantidades saudáveis da melatonina geram muitos benefícios.

Esse hormônio é produzido pela glândula pineal, a qual fica localizada no nosso cérebro e tem aproximadamente 5 milímetros de diâmetro. A glândula pineal é a principal responsável pelo funcionamento do nosso reloginho interior, ou ciclo circadiano se você quiser usar o termo chique. Filósofos, adeptos da medicina oriental e seguidores de Allan Kardec acreditam que esta glândula não é somente parte do nosso corpo para a produção de melatonina, mas também serve como o nosso terceiro olho, janela transcendental e antena do mundo exterior. Tal glândula seria a explicação para fenômenos paranormais, mediunidade, clarividência e conexão com o mundo espiritual. Acredita-se que a pineal é um comandante das nossas emoções e do inconsciente. Além disso, se crê que também é portadora de 2 dos 7 chakras existentes no corpo humano.

A melatonina só foi descoberta em 1958 por um dermatologista. O mesmo foi também o que descobriu as interações deste hormônio com os padrões de sono e estresse. A partir disso, desde meados dos anos 80, a substância vem sido estudada sem freios e pode ser encontrada em alimentos que estimulam a produção da melatonina natural ou como suplemento.

 

Como Tomar Melatonina

A melatonina no Brasil, ao contrário da América do Norte, passou a ser regulada apenas no final de 2016. No entanto, o uso desse hormônio só é permitido com receita médica e para medicamentos adquiridos em farmácias de manipulação. Trazer a melatonina do exterior na bagagem ou comprar online de sites do exterior ainda não é permitido (a não ser que você tenha uma receita médica na manga).

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) ainda está lidando com o registo do produto no Brasil. Por isso, o seu consumo não é proibido, mas a sua comercialização é.

Nos Estados Unidos, a melatonina pode ser encontrada facilmente em diversas formas. O suplemento é vendido em pastilhas, cápsulas, pílulas, xarope e creme tópico.

  • Dosagem Para Crianças: a melatonina pode ajudar em casos de autismo infantil e transtorno de déficit de atenção e hiperatividade. No entanto, como doses exageradas de melatonina podem levar a convulsões e na intervenção do desenvolvimento hormonal, a consulta médica é obrigatória.
  • Dosagem Para Adultos: a melatonina é recomendada em doses de 0,5 a 5 mg dependendo da gravidade da ocorrência. Normalmente inicia-se o seu uso com uma dose baixa, aumentando a quantidade se necessário. Para sintomas de jet lag, é aconselhado a ingestão de melatonina 1 hora antes de dormir até 3 dias antes da viagem e na primeira noite no destino final. Para distúrbios do sono, a recomendação é a dose indicada pelo seu médico de confiança e sempre pelo menos 1h antes de ir para a cama. Exagerar na dose porque esqueceu de tomar com antecedência ou acordar no meio da noite para uma segunda dose não é saudável.

O Que é GABA e os Benefícios Deste Suplemento

É absolutamente incrível as maravilhas que simples hormônios e substâncias químicas que o nosso próprio corpo produz pode fazer. Ao mesmo tempo, a carência ou o excesso de certas substâncias pode nos prejudicar radicalmente.

Grande parte dos hormônios que regulam o nosso bem-estar, bom humor e estado de tranquilidade é proveniente do cérebro. No entanto, pequenas alterações na nossa rotina podem transformar o modo em que o nosso organismo opera gerando crises de ansiedade e estresse.

O GABA é uma dessas substâncias que trabalham para o controle dos sintomas de estresse e tentam fazer com que o corpo fique equilibrado e relaxado.

 

O Que é GABA?

GABA – ou ácido gama-aminobutírico – é um aminoácido que atua como um neurotransmissor no nosso sistema nervoso central. O suplemento GABA ou a sua forma natural impedem a transmissão de células nervosas no nosso corpo, acalmando o nosso cérebro e servindo como um tranquilizante.

As primeiras descobertas sobre o GABA emergiram durante o final do século XIX, mas foi apenas nos anos 50 que cientistas descobriram a função do GABA como neurotransmissor inibitório.

O nosso cérebro sintetiza o GABA a partir do glutamato. Este, por sua vez, é um neurotransmissor excitatório e envia o comando de repassar o impulso nervoso de um neurônio para outro. O GABA funciona de maneira oposta e bloqueia a mensagem do neurônio para o seu vizinho.

Quando o nosso cérebro se encontra em estado de inércia da atuação do GABA, o nosso corpo começa a reagir de forma negativa. Várias condições de saúde como ansiedade, estresse, convulsões, enxaqueca, vícios, ataques de pânico, Parkinson ou outras doenças que comprometem o sistema cognitivo estão diretamente ligadas à ociosidade do GABA.

Um exemplo de funcionamento do GABA é a ingestão de cafeína. Quando há cafeína no nosso organismo, a produção de GABA é interrompida e bloqueada. Pense como você se sente quando você toma muito café ou chá verde. Os seus neurônios estão a toda passando mensagens que geram ansiedade e estresse. É por isso que a cafeína nos deixa agitados e em estado de alerta.

 

Benefícios do Suplemento GABA

Há, no momento, vários cientistas tentando comprovar os efeitos positivos do GABA para os seres humanos. Alguns dos estudos finalizados chegaram a conclusão de que o GABA tem sim efeitos calmantes no nosso organismo, sendo capaz de controlar a ansiedade, depressão e estresse. Um outro estudo realizado pela Divisão Atlética da Universidade Shenandoah em Virginia nos Estados Unidos resultou em resultados positivos para a ingestão do suplemento GABA com relação ao aumento de massa muscular. O seu uso levou a evidências de elevação do hormônio de crescimento de massa magra.

Apesar de não haver um número grande de estudos concluídos ou evidência científica sobre a eficácia do suplemento GABA, há vários consumidores que testaram e aprovaram o produto em relação aos benefícios citados abaixo. Além, é claro, dos benefícios que são comprovados também cientificamente.

  • Regula a pressão sanguínea
  • Alivia os sintomas de ansiedade
  • Amplia a tolerância a exercícios físicos
  • Melhora o humor
  • Diminui dores físicas
  • Auxilia com sintomas de TPM
  • Estimula o crescimento de massa magra
  • Otimiza a qualidade do sono
  • Queima gordura
  • Ajuda no tratamento do transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH)

 

Alimentos que contém GABA

Infelizmente não é possível elevar os níveis naturais de GABA diretamente através da alimentação, mas sim indiretamente. Ou seja, não há alimentos que contenham a substância GABA, mas há comidas que contem outras substâncias (como os flavonoides) que interagem com a produção e a ação do GABA no nosso organismo.

Portanto, invista em frutas, verduras, chás e – acredite se quiser – vinho tinto.

 

Efeitos colaterais do suplemento GABA

Este suplemento é relativamente seguro, mas pode causar efeitos negativos quando utilizado sem recomendação médica ou quanto não respeitando a posologia indicada, tais como:

 

  • Taquicardia
  • Formigamento ou coceira no rosto, pescoço e extremidades.
  • Falta de ar
  • Sonolência

 

Não é recomendado dirigir ou lidar com máquinas sob o efeito do suplemento GABA devido a possibilidade da sensação de tontura e sonolência.

Devido à falta de informações sobre o suplemento, mulheres grávidas ou que estão em fase de amamentação, crianças e indivíduos com disfunções nos rins ou disfunções bipolares e unipolares devem evitar o uso do GABA a não ser que seja recomendado por seu médico de confiança.

Não há registro de interação negativa do suplemento GABA quando utilizado em conjunto com outro suplemento, com medicamentos com base herbal ou drogas farmacêuticas. Para prevenir efeitos indesejados, sempre informe o seu nutricionista ou médico sobre os seus suplementos rotineiros.

A História da Creatina

Desde o começo dos anos 90, a creatina vem deixando o mundo inteiro boquiaberto com a sua capacidade de enaltecer e aumentar o ganho muscular através de exercícios físicos.

Além disso, a creatina também oferece muitos outros benefícios a nossa saúde como a melhora do sistema cognitivo e o aceleramento do metabolismo. Tudo isso com efeitos colaterais extremamente mínimos. Para obter todas essas vantagens sensacionais que foram descobertas com muito estudo e pesquisa, tudo o que você precisa é de um suplemento de creatina de qualidade.

Entretanto, apesar da explosão desse suplemento ter ocorrido somente na década de 90, o seu descobrimento ocorreu há quase 200 anos atrás.

 

Linha do Tempo

1832: foi exatamente nesse ano que o cientista e filósofo francês Michel Eugène Chevreul constatou a presença de creatina no esqueleto muscular e a nomeou “kréas” (palavra grega que significa “carne”). A partir disso, a descoberta de Chevreul inspirou muitos outros químicos do ramo a analisarem a composição e a origem da creatina existente nos nossos músculos.

1847: um cientista alemão chamado Justus Von Liebig, ao replicar o trabalho de Chevreul, descobriu que animais selvagens continham maiores quantidades de creatina em seus músculos do que animais domésticos. Essa é para vocês, ratos de academia, prova de 1800 e bolinha que a quantidade de atividade física estimula a produção natural de creatina.

1912: cientistas da Universidade de Harvard constataram que a ingestão oral de creatina resulta em uma explosão de creatina nas células musculares.

1923: um estudo foi publicado explicando que o corpo humano contém um valor aproximado de 100 gramas de creatina. Destes 100 gramas, 95 gramas são encontradas em nossos músculos.

1926: com a evolução de descobertas, o cientista Alfred Chanutin fez um experimento com humanos pela primeira vez. Com a ingestão de 10g de creatina por dia por um período de 7 dias, Chanutin chegou à conclusão de que a creatina promove o ganho de massa magra. O lado negativo desse experimento, na época, era o processo longo de extração da creatina para o seu uso no laboratório.

1950: foi somente em meados dos anos 50 que a creatina sintética foi criada em um laboratório e, a partir disso, ficou evidente a sua eficácia.

1980: o Sueco Eric Hultman iniciou testes com a fase de saturação da creatina (que consta na ingestão de 20 gramas do suplemento, distribuídas em pequenas doses de 5 gramas durante o dia, por 5-7 dias).

1970 – 1990: experimentos realizados em animais ajudou na descoberta do uso da creatina para auxiliar no tratamento de doenças que envolviam atrofia muscular como Huntington e Parkinson.

1992: atletas como Sally Gunnell (atletismo) e Linford Christie (corredor) deram crédito às suas vitórias à creatina em forma de suplemento.

1996: nas olimpíadas de Atlanta aproximadamente 80% dos competidores estavam fazendo o uso do suplemento creatina.

Presente: a creatina é um dos suplementos mais estudados e mais utilizados e, portanto, mais seguros para a otimização muscular.

Creatina Vs Whey Protein

A construção muscular requer muito mais do que ir para academia e completar as suas séries de exercício. Para uma hipertrofia saudável e de qualidade, a combinação perfeita é atividade física e uma boa nutrição.

Em termos de nutrição, há a nossa alimentação (que é razoavelmente tranquilo de equilibrar desde que o seu mundo não seja McDonald’s e Nutella) e os suplementos desportivos.

Na arena de hoje temos de um lado a creatina: o suplemento mais estudado do mundo inteiro, confundida com anabolizante frequentemente, descoberta em 1832. Do outro lado do ringue está o whey protein: o suplemento mais famoso do mundo inteiro, usado para perda de peso e ganho de massa, usado medicinalmente desde 300 a.C.

Descobriremos hoje como a creatina e o whey protein funcionam quando comparados lado a lado e se um é melhor do que o outro.

 

Como Funciona?

  • O whey protein é tão famoso muitas pessoas não chegam nem a pensar ou pesquisar outros suplementos. Aliás, é tão popular que muitas pessoas acreditam que proteína é só o que você precisa para criar músculo. O whey protein fornece aminoácidos em sua fórmula e no geral é a receita perfeita para a recuperação e crescimento de massa magra depois do treino.
  • A creatina não aumenta os nossos músculos diretamente do mesmo jeito que o whey protein. Por outro lado, o uso da creatina aumenta a quantidade de energia disponível dentro dos músculos, o que aumenta a força, estamina e vigor durante o treino. Consequentemente, a creatina leva ao aumento de massa magra por tabela.

 

Quanto Tomar?

  • A dose diária recomendada de whey protein é de 0,5 a 0,8g por quilo corporal. Para atletas e fisiculturistas ou indivíduo que pratica atividades físicas de alta intensidade, a dose recomendada de whey protein é de 1,0 – 1,4g por quilo corporal.
  • A creatina, todavia, oferece dois caminhos. O primeiro é começar a tomar esse suplemento incluindo a fase de saturação, que é depositar creatina nos músculos até que você só precise de uma dose de manutenção. A fase de saturação da creatina requer aproximadamente 5 doses diárias de 5g por um período de 5 a 7 dias. Após essa fase, a dose de manutenção indicada é de 3 a 5g por dia. O segundo caminho é começar direto com os 3 a 5g diários de creatina, o que pode levar a um atraso nos resultados, mas não compromete a sua efetividade.

 

Quando Tomar?

  • O whey protein é recomendado até nos dias de descanso, até porque a sua composição contém ingredientes que auxiliam na recuperação do músculo. Quanto aos dias de musculação, o whey protein é indicado logo após o exercício físico porque é quando os músculos estão em estado “esponja” e vão absorver o seu conteúdo maravilhosamente. No entanto, nada impede que você consuma o whey protein antes do treino, especialmente se você está indo treinar de estômago vazio.
  • A creatina é normalmente ingerida aproximadamente 30 a 45 minutos antes do treino. Muitas pessoas também optam por iniciar em casa e levar o shake para a academia.

 

Veredito

Felizmente, o árbitro dessa luta de gigantes resultou em medalha de ouro tanto para o whey protein quanto para a creatina.

Depois de comparar esses dois suplementos famosos, a conclusão é que a parte mais difícil da luta é encontrar os melhores suplementos de creatina e os melhores suplementos de whey protein. Contudo, assim que você decidir pela sua marca preferida, a creatina e o whey protein são suplementos sensacionais quando usados em conjunto. Isso se dá porque as suas funções dentro do nosso organismo são distintas.

A creatina fornece a energia e força extra que você precisa durante o treino para ultrapassar os seus limites. O whey protein fornece o crescimento muscular resultante do gasto de energia na academia e a recuperação muscular perfeita para a próxima sessão de treino.

11 Mitos Desbancados Sobre a Creatina

Você sabe qual é o suplemento para enaltecer performance atlética mais estudado no mundo inteiro? Não. Não é o whey protein. É a creatina. Além disso, economicamente falando, é o suplemento com o melhor custo benefício disponível no mercado em termos de ganho muscular.

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, a creatina não apresenta riscos para a saúde e não é um suplemento que oferece perigos. Há uma variedade imensa de produtos no mercado e não é difícil achar as melhores marcas de creatina pertinho de você. Como mencionado acima, a creatina vem sido extensivamente estudada há muitos e muitos anos. Portanto, eu vou te convencer a parar de ter medo desse suplemento e dar uma chance para a tão assustadora creatina.

 

Mito 1 – A Creatina danifica os rins e o fígado

Verdade: danos no fígado e rins foram constatados em um atleta que ingeriu 10g de creatina diariamente por 6 semanas. Tal atleta também possuía um histórico de problemas de saúde. Estudos apontam que não há efeitos colaterais severos e significantes em indivíduos que respeitam a disse diária recomendada de 2-5g de creatina.

Mito 2 – Quanto mais creatina, melhor

Verdade: na realidade, cientistas identificaram que o corpo humano elimina a maior parte da creatina consumida se a dose for maior de 5g por dia. Essa dose soa insuficiente, mas estudos afirmam que pequenas quantidades são muito eficientes. Um estudo analisou atletas do sexo masculino que tomaram 0,1g de creatina por quilo corporal e mostrou resultados de quase 50% de desperdício do suplemento.

 

Mito 3 – A creatina provoca câimbras

Verdade: há várias razões para termos câimbras. A creatina não é uma delas. As vezes atletas relacionam o uso de suplementos com câimbras musculares, mas a creatina por reter água nas células musculares na verdade ajuda a evitá-las.

 

Mito 4 – A creatina é apenas para fisiculturistas

Verdade: muito pelo contrário! A creatina vai te ajudar a chegar aonde você quer chegar, mas não vai enfiar um Felipe Franco ou uma Gracyanne Barbosa debaixo da sua pele (a não ser que você queira). A creatina é indicada para iniciantes, sedentários, atletas de alto nível e idosos. Os seus benefícios variam entre ganho de massa magra, aumento de energia, até melhora da capacidade cognitiva e níveis de açúcar no sangue.

 

Mito 5 – A melhor creatina é a creatina líquida

Verdade: às vezes é fácil chegar à conclusão de que a versão líquida é melhor do que as outras por te dar a ideia de absorção mais rápida. No caso da creatina, a forma líquida pode ser que seja uma forma de enganar o consumidor ao vender a creatinina (um subproduto da creatina após a quebra de moléculas). A creatina, ao ser exposta à ácidos e humidade começa a se decompor em moléculas inúteis de creatinina. Para ficar são e salvo, aposte na creatina em pó (estado em que essa substância é extremamente estável) e quando fizer um shake, beba no máximo até o fim do dia.

 

Mito 6 – Todas as marcas de creatina são iguais

Verdade: não. Não. Não. Acreditar nisso é a mesma coisa que acreditar que o vinho do avô de R$10 tem a mesma qualidade que um vinho Chileno ou Argentino de R$60. Preste atenção no rótulo do produto e procure reviews online. Entre marcas de qualidade estão a Universal, Optimum Nutrition e Probiótica.

 

Mito 7 – Não há ganhos musculares com a creatina, só retenção de água

Verdade: a retenção de água é verdade e pode chegar até 2-3kg dependendo da sua dose diária. Mas a creatina dispõe de muito mais do que apenas inflar seus músculos com água. A sua força, estamina e vigor vão explodir e, com isso, o ganho muscular é muito maior do que quando não há o uso desse suplemento. Se os quilos extras e o inchaço te incomodam, experimente utilizar a creatina em ciclos (4 semanas com, 2 semanas sem) para conseguir acompanhar os ganhos verdadeiros.

 

Mito 8 – Fazer o uso da creatina em ciclos é melhor do que o uso contínuo

Verdade: não há comprovação científica de que um método é melhor do que o outro. Tanto o uso cíclico tanto como usar continuamente é uma questão pessoal. Utilizar a creatina sem parar para poder analisar os resultados obtidos não faz mal para a saúde e também não debilita o nosso corpo de produzir a creatina quinase (a creatina que produzimos naturalmente).

 

Mito 9 – A creatina engorda

Verdade: a creatina faz com que você ganhe peso? Sim. Esse peso é de gordura? Não. A retenção de água causada pela creatina faz pessoas acreditarem que estão engordando por causa do suplemento. Na verdade, o volume extra está apenas dentro das células musculares e não induz gordura de jeito nenhum! Muito pelo contrário! A creatina induz a perda de gordura e o aumento de massa magra.

 

Mito 10 – É possível obter creatina suficiente por meio da alimentação

Verdade: normalmente, mesmo que direcionemos a nossa dieta em direção ao ganho de creatina, é muito difícil equiparar os ganhos alimentares aos ganhos de suplemento. A carne vermelha e o frango, por exemplo, têm aproximadamente 4g de creatina por kg. Contudo, ao submeter o alimento a altas temperaturas esse número cai drasticamente e, mesmo que não caísse, seria necessário comer 4/5 peitos de frango por dia para atingir a dose recomendada de creatina. Desta forma, a ingestão média de creatina por meio da nossa comida é perto de 1g por dia.

 

Mito 11 – A creatina é bomba

Verdade: a creatina não é ilegal. A creatina não bagunça os hormônios do seu corpo. A creatina não é anabolizante. Cientificamente falando, a creatina não apresenta em sua composição 4 anéis de cicloalcanos, o que caracteriza a maioria dos anabolizantes. A creatina é formada por 3 aminoácidos (arginina, glicina e metionina) e é completamente segura para tomar.

7 Razões Que Vão Te Convencer a Usar Creatina

A creatina é um ácido orgânico expelido dentro do corpo humano, e de muitos animais, com o fim de renovar a quantidade de energia disponível dentro das nossas células. Basicamente, a creatina é uma substância que funciona como o nosso dia do pagamento, mas ao invés de dinheiro, temos energia. Assim, quando nos exercitamos utilizamos essa energia do nosso “banco” para “pagar” a ativação dos nossos músculos em cada movimento. Chega um momento em que ficamos sem energia e precisamos esperar até o próximo pagamento de creatina para fazer atividade física de novo sem que danifiquemos os nossos músculos.

Naturalmente a creatina já ocorre dentro de nós, mas também é possível obter um pouco extra com a ingestão de carnes vermelhas, aves e peixes. A estratégia alimentar, todavia, não aumenta muito o fluxo de caixa no nosso “banco”. Por outro lado, o uso diário de creatina em forma de suplemento pode mudar drasticamente os resultados da sua musculação.

Confira abaixo 7 razões para começar a usar creatina já!

  1. Acelera a recuperação do músculo: a creatina tem um papel muito importante na síntese de proteínas ao mesmo tempo que mantém as células do músculo super bem hidratadas. Desta forma, ajuda as nossas células a não se sentirem tão cansadas. Essa característica é essencial para que você possa voltar para a academia mais rápido.
  2. Inibe a ação da miostatina: a miostatina é uma proteína encontrada na nossa corrente sanguínea que tem como função principal enviar mensagens para que o nosso corpo elimine o excesso de massa muscular. O que? É isso mesmo. Temos um traidor entre nós! A miostatina estabelece um limite no tamanho dos nossos músculos. Mas com a ingestão de creatina, nós detemos a eficácia deste Judas!
  3. Promove um melhor desempenho físico com mais resistência: a creatina combate a fadiga muscular possibilitando um treino mais longo e mais intenso. Pode guardar os gritos das últimas repetições. Com esse suplemento você vai conseguir fazer todas as suas séries e chupar cana ao mesmo tempo. Além disso, pode aumentar o seu número de repetições, porque seus músculos estarão afiados.
  4. Estimula a força e a potência muscular: e a lista de vantagens não acaba nunca! A creatina é capaz de estimular a sua capacidade muscular, logo permitindo que você utilize mais peso para as suas séries. Prepare-se para treinos de pouca duração mais poderosos. Só não se engane pensando que a creatina é milagrosa e que amanhã você vai levantar 10kg a mais num piscar de olhos. Esse suplemento te faz mágico sim, mas você tem que praticar a magia para atingir um feitiço perfeito.
  5. Otimiza a performance aeróbica: a creatina ajuda também com exercícios cardio como burpees, sprints e pular corda. Os resultados são também visíveis em atletas de atividades duradouras como maratonas e triátlons, ou outras atividades com tempo marcado, pois a creatina age como anti-inflamatório e cria uma barreira protegendo dano celular. Eu sei. A creatina está prestes a se tornar a sua melhor amiga.
  6. Favorece a hipertrofia: com apenas algumas poucas semanas de uso de creatina é possível ver um aumento da massa magra corporal. Esse suplemento retém água dentro das nossas células musculares dando a aparência de músculos maiores, mas o segredo está por trás da hidratação das células. É por isso que é interessante fazer o uso da creatina em ciclos (4 semanas usando, 2 semanas para ver os resultados adquiridos).
  7. Induz a queima de gordura: um fato interessante é que quanto mais massa magra você tiver no seu corpo, mais rápido você conseguirá eliminar gordura. Com o aumento de calorias diárias e atividade física em seu potencial máximo, o nosso organismo passa a utilizar a ingestão de carboidratos para suportar os músculos ao invés de transformá-los em estoque de gordura.