EstresseNootrópicos

6 Alimentos Que Pioram os Sintomas de Estresse

Todo mundo tem aquela gaveta secreta de chocolates, um pote de Nutella no fundo da prateleira da cozinha ou ingredientes para um bolo que talvez você precise fazer se o dia for muito estressante. Não adianta nem comprar frutas e colocar na geladeira. Depois de uma crise no trabalho ou uma briga com o namorado, uma maçã verde não vai te satisfazer, você vai é querer atacar o pacotinho de bala de goma. To errada?

O lado negativo disso tudo é que os doces nos dão uma sensação temporária de prazer, como muitos outros alimentos e substancias por aí. O nosso estresse e ansiedade vão embora por alguns momentos, mas entenda como o estresse funciona porque na hora da raiva, do choro, da agonia, aquele bombom recheado nos satisfaz, mas os efeitos subsequentes e a longo prazo não são tão atraentes.

Os três passos para se livrar desse maldito são, primeiro, testar atividades alternativas para combater o estresse; segundo, experimentar suplementos para o estresse e terceiro, evitar os alimentos listados abaixo.

 

  1. Bebidas alcoólicas:

    a ingestão de álcool interfere com a comunicação das conexões cerebrais. Assim, variações de humor, mudanças na coordenação motora e dificuldade em organizar pensamentos são sintomas comuns de bebedeira. Além disso, o nosso sistema nervoso central é responsável pela nossa capacidade de raciocínio, compreensão, função motora e controle emocional. Você nota uma mudança em todas essas áreas quando aquela bera ou aquele drink se transformam em 5, 6 ou 7? Você se sente assim porque o álcool é uma droga depressora que agrava sintomas relacionados com o estresse e ansiedade. Os benefícios de não beber são infinitamente melhores do que ficar “altinho” por uma noite, mas lidar com as consequências de ressaca, potencial P.T. e sentimentos depressivos.

 

  1. Açúcar:

    um estudo concluiu que a ingestão de açúcar faz com que o nosso cérebro funcione com menos eficiência. Quanto mais açúcar consumimos, menos neurônios são produzidos e o número de sinapses cerebrais também cai. Com o cérebro não operando em sua potência máxima, corremos o risco de desenvolver sintomas de depressão e demência, além de piorar sintomas de indivíduos que já sofrem de estresse crônico e ansiedade.

 

  1. Adoçantes:

    nananinanão. Só porque o açúcar foi proibido, não significa que você pode ir saltitando em direção aos adoçantes artificiais. O seu componente principal é o aspartame – uma substância química aproximadamente 200 vezes mais doce do que o açúcar. O aspartame é usado em produtos diet, light, chicletes, geleias, refrigerantes, iced tea, etc. Basicamente tudo que diz ser “sugar-free”, mas ainda é doce, tem aspartame. O seu consumo bloqueia a produção de serotonina (conhecida como o hormônio da felicidade). A ingestão exagerada de aspartame pode causar alterações de humor, dores de cabeça e piorar os sintomas de estresse.

 

  1. Sal:

    a OMS (Organização Mundial de Saúde) recomenda o uso de 5g sal por dia em nossa alimentação. O sal não é um monstro, sabe? Nós precisamos dele para a nossa saúde. O problema é o excesso. Estima-se que o brasileiro consuma aproximadamente 12g de sal diariamente (mais que o dobro da quantia recomendada). Muito sódio no nosso organismo pode gerar complicações cardiovasculares, câncer de estomago, dores de cabeça e piorar sintomas do estresse que também podem causar doenças mais sérias. Além disso tudo, o sal faz com que fiquemos com uma aparência inchada.

 

  1. Soja:

    os alimentos feitos de soja são controversos. A soja tem sim os seus benefícios, o problema é que grande maioria da soja consumida no Brasil é transgênica. A sua ingestão pode causar desequilíbrio hormonal, aumento da ansiedade pela presença de cobre em sua composição e dificuldade de absorção de nutrientes e vitaminas. Tente não exagerar em tofu, shoyo, edamame e outros derivados da soja.

 

  1. Cafeína:

    o café é o melhor amigo de muitas pessoas. Principalmente na segunda-feira de manhã, quando ninguém está muito animado para voltar a trabalhar. Um cafezinho amigo pode estrelar o nosso corpo com dopamina, nos ajudando a alcançar o humor e concentração perfeitos para certas atividades como estudar e terminar um projeto. Por outro lado, tomar café em excesso aumenta os níveis de cortisol – o hormônio do estresse – no sangue. No entanto, os irmãos e primos do café preto são os maiores vilões nessa história. Os cappuccinos, lattes, mochas e suas variações contém laticínios e açúcar. E o que acontece quando você termina o seu café e o efeito começa a ir embora? Lá vai você mergulhar numa piscina de cortisol e açúcar de novo.

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