Musculação

A História da Creatina

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Desde o começo dos anos 90, a creatina vem deixando o mundo inteiro boquiaberto com a sua capacidade de enaltecer e aumentar o ganho muscular através de exercícios físicos.

Além disso, a creatina também oferece muitos outros benefícios a nossa saúde como a melhora do sistema cognitivo e o aceleramento do metabolismo. Tudo isso com efeitos colaterais extremamente mínimos. Para obter todas essas vantagens sensacionais que foram descobertas com muito estudo e pesquisa, tudo o que você precisa é de um suplemento de creatina de qualidade.

Entretanto, apesar da explosão desse suplemento ter ocorrido somente na década de 90, o seu descobrimento ocorreu há quase 200 anos atrás.

 

Linha do Tempo

1832: foi exatamente nesse ano que o cientista e filósofo francês Michel Eugène Chevreul constatou a presença de creatina no esqueleto muscular e a nomeou “kréas” (palavra grega que significa “carne”). A partir disso, a descoberta de Chevreul inspirou muitos outros químicos do ramo a analisarem a composição e a origem da creatina existente nos nossos músculos.

1847: um cientista alemão chamado Justus Von Liebig, ao replicar o trabalho de Chevreul, descobriu que animais selvagens continham maiores quantidades de creatina em seus músculos do que animais domésticos. Essa é para vocês, ratos de academia, prova de 1800 e bolinha que a quantidade de atividade física estimula a produção natural de creatina.

1912: cientistas da Universidade de Harvard constataram que a ingestão oral de creatina resulta em uma explosão de creatina nas células musculares.

1923: um estudo foi publicado explicando que o corpo humano contém um valor aproximado de 100 gramas de creatina. Destes 100 gramas, 95 gramas são encontradas em nossos músculos.

1926: com a evolução de descobertas, o cientista Alfred Chanutin fez um experimento com humanos pela primeira vez. Com a ingestão de 10g de creatina por dia por um período de 7 dias, Chanutin chegou à conclusão de que a creatina promove o ganho de massa magra. O lado negativo desse experimento, na época, era o processo longo de extração da creatina para o seu uso no laboratório.

1950: foi somente em meados dos anos 50 que a creatina sintética foi criada em um laboratório e, a partir disso, ficou evidente a sua eficácia.

1980: o Sueco Eric Hultman iniciou testes com a fase de saturação da creatina (que consta na ingestão de 20 gramas do suplemento, distribuídas em pequenas doses de 5 gramas durante o dia, por 5-7 dias).

1970 – 1990: experimentos realizados em animais ajudou na descoberta do uso da creatina para auxiliar no tratamento de doenças que envolviam atrofia muscular como Huntington e Parkinson.

1992: atletas como Sally Gunnell (atletismo) e Linford Christie (corredor) deram crédito às suas vitórias à creatina em forma de suplemento.

1996: nas olimpíadas de Atlanta aproximadamente 80% dos competidores estavam fazendo o uso do suplemento creatina.

Presente: a creatina é um dos suplementos mais estudados e mais utilizados e, portanto, mais seguros para a otimização muscular.

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